Associação Brasileira de Rádio e Televisão

Assembleia Geral do CENP confirma forte renovação

Data:30/04/2021
Veículo: Abap Week

Assembleia Geral reelegeu a atual diretoria do CENP e debateu as ações que foram e estão sendo implementadas pela entidade.

Uma série de ações em andamento, como o ingresso de dirigentes de marketing e comunicação de grandes empresas anunciantes no Conselho Superior e outras importantes modernizações previstas na agenda, prometem fazer de 2021 um ano de intensa e profunda renovação do CENP e da autorregulação ético-comercial.

“Nossa atividade está em plena reinvenção, provocada pela aceleração da revolução digital, um processo que está longe da estabilização, e pela pandemia”, diz Flávio Lara Resende, presidente da Abert, uma das entidades mantenedoras do CENP. Ele participou da assembleia geral que, na semana passada, debateu o tema em reunião virtual, além de ter reelegido a atual diretoria, encabeçada por Caio Barsotti, para mandato de dois anos.

Para Ana Célia Biondi, presidente da ABOOH, a velocidade de renovação dos fundamentos da publicidade, no Brasil e no mundo, torna o trabalho do CENP mais e mais necessário como fórum de discussões. “Ele está plenamente preparado para dar conta das muitas tarefas que se exigem no momento”, diz ela. “Os efeitos da pandemia sobre a sociedade e nosso mercado apenas tornaram esta necessidade mais explícita”.

“A digitalização acelerada da indústria da comunicação encerra diferentes desafios. Neste processo, a publicidade tem papel marcante, pois é ela quem provê a maior a parte das receitas – em alguns casos, todas elas – que tornam possível levar informação, cultura, educação e entretenimento à toda a população”, acrescenta Mauro Madruga, presidente da ABMN. “Estamos vendo agora, durante a pandemia, o valor incalculável disso para o país”.

Para Mario D’Andrea, presidente da ABAP, é importante relembrar o papel central do CENP nas discussões sobre os rumos do mercado. “Nesses mais de vinte anos, o CENP vem sendo o fórum de discussões da publicidade brasileira. Ele é um dos pilares do nosso modelo de autorregulação, que inclui o Código de Ética da profissão e o Conar. Modelo este que vem garantindo a saúde e a prosperidade do mercado e é invejado no mundo todo”, diz ele.

Para Marcelo Rech, presidente da ANJ, “Esse processo reforça a oxigenação do CENP, tornando-o ainda mais contemporâneo e preparado para lidar com as grandes questões do mercado pelos próximos anos, nestes tempos de transformações contínuas e permanentes”.

“Mesmo diante de tantas inovações, eu tenho a certeza de que as bases das melhores práticas seguem sólidas e perfeitamente válidas”, diz Daniel Queiroz, presidente da Fenapro. “Todo o nosso modelo de negócios pode e deve ser questionado e aperfeiçoado e o CENP, por suas características e histórico, é o melhor local para que estas discussões ocorram”, diz ele.

“A comunicação brasileira e, em particular, a atividade publicitária, sempre zelou pelos próprios caminhos, demandando ao mínimo a ação das autoridades”, afirma Rafael Menin Soriano, presidente da Aner. “É importante que siga sendo assim, mesmo diante dos tantos desafios trazidos pelos novos tempos”.

“Vamos deixar claro uma coisa: rediscutir a publicidade e as normas não é nenhuma novidade no CENP: estamos fazendo isso desde sempre”, diz João Batista de Oliveira, presidente da Central de Outdoor. Ele lembra, inclusive, que as inovações no modelo têm se acelerado. “Foi no segundo semestre de 2019 que aprovamos a maior renovação das Normas-Padrão”, diz.

“A cada momento surgem novos fatos para nos relembrar a importância de um diálogo permanente e incansável, para que discutamos leal e francamente o nosso modelo de negócios”, diz Oscar Vicente Simões de Oliveira, presidente da ABTA.

“A capacidade do CENP na reunião e difusão de melhores práticas, é um dos segredos do sucesso da publicidade brasileira. Não podemos prescindir deste fórum, ainda que tenhamos a obrigação de rediscuti-la todo o tempo”, diz ele. “E ao rediscutir a autorregulação nós a fortalecemos mais e mais”, completa Luiz Fernando Castro Rodovalho, presidente da Fenapex.

INOVAÇÕES

Durante a Assembleia Geral, Caio Barsotti deu notícias às entidades mantenedoras dos avanços da consultoria prestada ao CENP no momento pela ToF-Traduzindo o Futuro, que em breve concluirá a primeira fase de seu trabalho dedicado à governança do ambiente de autorregulação.

Além disso, Caio enumerou outras inovações e ações implementadas recentemente:

  • O ingresso de novos membros no Conselho Superior do CENP de dirigentes de marketing e comunicação de grande empresas anunciantes.
  • A campanha publicitária com veiculação estadual “Agência não é tudo igual”, no momento em veiculação em Minas e na Bahia, e que destaca os diferenciais das agências certificadas. Paraná e Brasília já se preparam para iniciar as ações em maio.
  • A adoção de novo modelo de planejamento e avaliação de gestão no CENP, denominado Bússolas 2021, para ampliar a geração de valor e relevância para autorregulação ético-comercial e para a entidade.
  • A adoção dos indicadores de demandas externas.
  • A divulgação do primeiro ranking de agências do CENP-Meios, que se somou à divulgação de novas informações do sistema durante o ano passado.
  • Renovação das lideranças nos comitês técnicos do CENP, como no caso do CTD, que passou a ser coordenado por Patrícia Garrido, e do CTM, por João Oliver.
  • Parceria com a Kantar Ibope Media para aprimoramento do ranking de compra de mídia pelas agências de publicidade.
  • O lançamento de vídeos e outros materiais de divulgação sobre a Certificação de Qualificação e o CENP-Meios.
  • Nos serviços do CENP ao mercado, foram lançadas nos últimos meses atualizações e facilidades, como no caso do acesso exclusivo ao Banco de Agências Certificadas para veículos associados, que também ganhou nova apresentação, a promoção do 1º Workshop Autorregulação ÉticoComercial e Compliance e o lançamento do FAQ sobre a Lei Geral de Proteção de Dados na Publicidade, preparado pelo o escritório Vinicius Marques de Carvalho Advogados, VMCA, com apoio do CTD.
  • Com os bons resultados após a adoção do home office, o CENP redesenhou inteiramente a sua forma de trabalho, abrindo mão inclusive da maior parte do piso de escritório que ocupava em São Paulo.
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