Associação Brasileira de Rádio e Televisão

5G

5G pode ser o catalisador de uma quarta revolução industrial

Tecnologia vai proporcionar o surgimento de “otimizadores” para o desenvolvimento de processos

A chegada do 5G ao Brasil vai impactar todos os processos de produção. A tecnologia pode ser comparada a uma quarta revolução industrial, por unir os mundos físico e digital e proporcionar o surgimento de soluções que vão otimizar o trabalho. Essas foram as principais conclusões do painel “Revolução na Indústria e na Economia: como o 5G deve alavancar o setor produtivo brasileiro”, no seminário 5G.BR, em São Paulo, promovido pelo Ministério das Comunicações (MCom). O evento discute o alcance da transformação na economia e nos setores produtivos com a chegada do 5G ao Brasil.

O presidente da Associação Brasileira do Desenvolvimento Industrial (ABDI), Igor Calvet, foi moderador do painel e abriu o debate destacando as possibilidades de inovação que vão surgir a partir da chegada do 5G. “Estamos entrando em uma mistura do mundo físico e digital”, afirmou o presidente da ABDI, classificando a tecnologia como a quarta revolução industrial.

Guilherme Spina, CEO da V2COM, comparou o 5G ao aplicativo de navegação Waze, lançado com o 4G, que além de apontar os melhores caminhos, ainda otimiza, conecta e multiplica as possibilidades de utilização. “O futuro realmente chegou. Ele é revolucionário. O 5G é o vetor da digitalização, ele será o elo para o desenvolvimento da internet das coisas (IoT)”, afirmou.

O head da Nokia Enterprise Latam, Marcelo Entreconti, classificou o 5G como importante no processo da indústria e no monitoramento de operações. “O 5G chega como uma alternativa para a otimização para o setor de manufatura”, declarou. Ele ressaltou as parcerias firmadas pela empresa para desenvolvimento da tecnologia. “A evolução tecnológica está sendo construída em conjunto. Vamos construir mais infraestrutura para comportar uma cobertura mais inteligente e estruturada”, completou.

Segundo o diretor da unidade de redes da Intelbras, Amilcar Scheffer, o preço do serviço deve receber atenção especial. “A tecnologia deve chegar com um custo adequado para o nosso mercado. Entendemos que a tecnologia é uma ótima oportunidade para alcançar locais onde não há acesso. O 5G será um acesso de segurança e garantia de continuidade para o universo de navegação, seja para o usuário ou negócios”, declarou.

Marcelo Silvestrin, diretor de Tecnologia e Inovação da Bosch Brasil afirmou que o 5G representa soluções e oportunidades. “Estamos aprendendo e vamos ganhar protagonismo dentro do setor. Vamos contar parcerias e otimizar o serviço dentro do nosso país”, apontou.

SEMINÁRIOS 5G.BR

As capitais Porto Alegre, Natal, Manaus e Brasília receberão as próximas edições do Seminário. Para mais informações sobre a atividade, as programações, dados sobre os debatedores, banco de imagens e próximas agendas, acesse a página especial sobre o evento.

*Com informações do MCom

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