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“Ajuste fiscal não impedirá internet banda larga de chegar a todos”, diz ministro

“Ajuste fiscal não impedirá internet banda larga de chegar a todos”, diz ministro

O ajuste fiscal e os cortes de recursos no ministério das Comunicações não vão impedir os planos do governo de universalizar a oferta de banda larga. “Os projetos do governo não mudaram. Queremos até o final de 2018 levar fibra óptica a 70% dos municípios brasileiros e 95% da população”, afirmou o ministro das Comunicações, André Figueiredo, nessaConversa de Fato. Segundo o ministro, com a redução do orçamento da pasta foi preciso priorizar. E a universalização da banda larga é prioridade do governo. “Nós não cortamos em absoluto nada do que estava previsto para ser investido”, disse em entrevista à editora de Economia, Sheila D’Amorim, e à repórter Laís Lis.

Sobre a crise política e a discussão do impeachment da presidente Dilma Rousseff, o ministro afirmou que é preciso solucionar a questão o mais rapidamente possível para dar a estabilidade necessária para a economia voltar a crescer. “Nós temos a expectativa de que todo esse momento de indefinição política não dure muito tempo, e não durando, vamos afastar totalmente essa atmosfera de dizer que vai ter impeachmentou não vai ter impeachment e resolvemos isso definitivamente e damos a estabilidade necessária para a economia”, afirmou.

WhatsApp

Para Figueiredo, que assumiu o Ministério das Comunicações na reforma ministerial feita pela presidente no início de outubro, é necessária uma regulamentação mundial de aplicativos de mensagens como o WhastApp, mas sem que isso gere custos extras aos usuários. “É um tema que aflige todos os governos. O Facebook tem uma importância grande hoje, mas agora ele não paga nada de imposto. Gera 20 empregos no Brasil”, avaliou.

O ministro disse considerar nas análises a reclamação das empresas de telefonia, que afirmam que estão perdendo receita por causa dos aplicativos que não pagam impostos nem precisam cumprir as mesmas regras de qualidade, mas acrescentou que qualquer solução não pode representar mais gastos para os usuários.

TV digital

O início do desligamento da TV digital pode ser adiado, mas desde que não atrapalhe o cumprimento da meta de desligar todo o país até 2018. “Os desligamentos intermediários poderão ser adaptados desde que não prejudiquem o desligamento final”, afirmou o ministro.

O fim da transmissão analógica em Brasília, por exemplo, estava agendada para abril de 2016, mas deve ser adiada para depois da Olimpíada, para não atrapalhar a transmissão dos jogos. “Em outros municípios, podemos jogar para 2017, até porque temos eleições municipais e não podemos deixar a população desinformada”, afirmou.

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