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Internet das coisas não deslancha com a cobrança do Fistel

Internet das coisas não deslancha com a cobrança do Fistel

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Luís Osvado Grossmann … 13/12/2016 … Convergência Digital

Em que pese a promessa de um plano nacional para a internet das coisas, como anunciado pelo governo, o mercado de telecomunicações ainda duvida do desenvolvimento da nova onda tecnológica no Brasil com a atual estrutura tributária sobre os serviços. Notadamente, por conta da cobrança da taxa de fiscalização, o Fistel, de todos os dispositivos conectados.

“Não vai deslanchar nunca com esse imposto que ainda continua”, diz o presidente executivo do Sinditelebrasil, Eduardo Levy. Segundo ele, a tributação dos serviços de telecom em geral “contraria qualquer raciocínio lógico” e já ultrapassou os níveis de eficiência. “Estudos diversos, o mais conhecido sendo a Curva de Lafer, mostram que a partir de um determinado momento, que o Brasil já alcançou em telecomunicações, a arrecadação cai nessa tentativa de tomar muito dos indivíduos.”

“É a questão da internet das coisas. É aquilo que vai dar a menor receita por mês por unidade. Tem o mesmo conceito de aplicativos. Vale pela escala, pelo volume. Vai dar uma receita mensal, digamos de R$ 1. Agora, com Fistel de R$ 8, não é possível. Portanto, se tirar o imposto cria incentivos para outras possibilidades dentro da internet das coisas.”

Segundo o executivo, é preciso que as administrações tenham em conta que “a escala hoje é mundial”. “Para a gente entrar na internet das coisas, temos que acompanhar o movimento mundial. Correndo atrás do grupo na frente ou saindo com um maratonista junto para ajudar a fazer o caminho. Mas isso exige estarmos bem preparados. Porque não vão esperar a gente chegar.”

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