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Maioria das capitais deve ter 5G até final de setembro, diz conselheiro da Anatel

Maioria das capitais deve ter 5G até final de setembro, diz conselheiro da Anatel

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Data: 24/8/2022
Veículo: Teletime

Depois do lançamento do 5G em Florianópolis, Palmas, Rio de Janeiro e Vitória nesta semana, a liberação da faixa de 3,5 GHz nas próximas capitais deverá acontecer até final de setembro em pelo menos 13 das 15 cidades restantes. Os trabalhos de mitigação têm continuado, mas nem o Grupo de Acompanhamento de Interferência na faixa (Gaispi), nem a Entidade Administradora (EAF, ou Siga Antenado) falam quais seriam as próximas.

Presidente do Gaispi, Moisés Moreira voltou a mencionar que há questões com duas capitais da região Norte. “Acredito que neste mês de setembro, praticamente todas as capitais estarão com a faixa liberada. Existe certa dúvida em duas capitais, Manaus e Belém, que podem demorar um pouco mais”, destacou o conselheiro da Anatel durante painel no evento SET Expo 2022 nesta terça-feira, 23, em São Paulo.

Moreira garantiu que pelo menos nesta semana, não deverá haver novidades a respeito de novas cidades. Mas explicou que até a próxima reunião ordinária do Gaispi, no próximo dia 14 de setembro, “com certeza algumas aparecerão”.

A Anatel aprovou o adiamento por 60 dias do prazo de limpeza da faixa, ficando para final de outubro, e para ligar as redes no padrão standalone, no final de novembro. A velocidade entre a liberação da faixa de 3,5 GHz e o início da operação do 5G tem sido de apenas alguns dias, apenas o prazo suficiente para o pagamento das taxas de fiscalização e instalação.

O que o presidente da EAF, Leandro Guerra, fala é que a empresa está trabalhando para conseguir finalizar os trabalhos de limpeza do espectro com a instalação de filtros nas estações profissionais de serviço de satélite fixo (FSS). “Realmente espero que em setembro consigamos concluir”, afirmou.

Guerra lembrou que o macroambiente é “desafiador”, mencionando os problemas de logística internacional devido à covid, ao lockdown na Ásia, à guerra na Ucrânia e a crise na cadeia de fornecedores. Mas ele lembra que também há questões internas, como lidar com a burocracia aduaneira na importação. “A Receita Federal é um desafio, podemos ter surpresa de greve de fiscais etc.”

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