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Regulamentação da mídia

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Quem acompanha a história política mundial sabe que a essência de toda ditadura cristaliza-se no controle dos meios de comunicação para que os mandatários absolutos possam esconder as falcatruas e arbitrariedades que praticam em nome do povo. Há algum tempo, o Partido que comanda o Brasil e se apresenta como porta-voz dos trabalhadores insiste em criar mecanismos legais para regulamentar ou controlar a mídia a fim de instituir uma “ditadura democrática”. O Partidão, “sem medo de ser feliz”, divulgou na semana passada um documento com diretrizes e orientação aos filiados – um programa a ser defendido em um eventual segundo mandato da senhora Dilma Rousseff. 

Se a presidenta do Brasil se reeleger em outubro deste ano, com apoio do povo brasileiro, o Partidão espera que ela conte com apoio no Congresso para regulamentar os meios de comunicação e aprovar rigorosa revisão na Lei de Anistia para meter na cadeia todos os militares e civis que, segundo eles, cometeram crimes durante o regime militar de 1964. Vai ser um desbunde! Nada além de uma “vingança democrática esquerdista”. Para promover uma “reforma política exemplar”, o Partidão defende a realização de uma Constituinte Exclusiva apoiada pelo povo para instituir uma “ditadura democrática popular” comandada pelos trabalhadores. A jabuticaba do bolo é a concessão de benefícios aos funcionários públicos através de reposições de perdas salariais. 

Na área econômica o Partidão destaca: “A proposta de um novo ciclo de mudanças constitui a melhor resposta aos que tentam manipular as legítimas aspirações das mudanças esperadas pelo povo. É preciso dizer não à oposição que propõe o retorno aos tempos dos governos neoliberais de Fernando Henrique”. Isto “constitui a melhor forma de desmascarar quem tenta se apresentar como ‘terceira via’, mas concilia com os interesses neoliberais”. É chumbo em Aécio e em Campos. Só o PT se julga capaz de defender os trabalhadores. Para isto, o Partidão promete “uma discussão nacional do orçamento federal”. 

A Saúde continuará com o programa “Mais Médicos”, UPAS, SAMU e Farmácias Populares. Nada mais. A Educação não mudará porque vai muito bem; a Segurança será mantida com policiais e presídios de segurança. Enfim, no programa do Partidão, o mais importante é a regulamentação da mídia para poder mandar sem críticas e “sem medo de ser feliz”.

Correio de Uberlândia
Ivan Santos

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