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Rio Verde terá switch-off gradual até o dia 29 de fevereiro

Rio Verde terá switch-off gradual até o dia 29 de fevereiro

Três emissoras de TV de Rio Verde (GO) desligaram o sinal analógico nesta segunda-feira, 15, enquanto outras quatro passarão a transmitir suas programações apenas com o sinal digital no dia 29 deste mês. A decisão unânime foi fechada na reunião do Gired (Grupo de implementação da digitalização), realizada hoje. A Canção Nova e a Rede Vida, emissoras com menor audiência, agora só podem ser acessadas no município goiano por meio da tecnologia digital. A Record News já havia desligado a transmissão analógica há algum tempo.

As repetidoras do SBT, Band e Record, assim como a geradora da Globo, deixam de transmitir em sinal analógico no dia 29. Ou seja, o Gired optou pelo switch-off gradual, enquanto as emissoras começaram a intensificar a campanha, alertando que o desligamento já começou. Para o presidente do grupo, Rodrigo Zerbone, a decisão garante a sequência e a credibilidade do processo. Mas ele acredita que o desligamento gradual não será necessário em Brasília, primeira grande cidade que terá o desligamento do sinal analógico, em outubro deste ano.

Na reunião de hoje, as projeções do percentual de lares aptos a receberem a programação digital chegou a 87%, próximo dos 90% exigidos pelo governo. Na próxima semana, o Ibope – empresa contratada pela Entidade Administradora da Digitalização (EAD) – fará nova pesquisa em Rio Verde para dar mais tranquilidade ao governo, com relação ao alcance da TV digital. O argumento é de que houve atraso na distribuição dos conversores e antenas para os beneficiários do Cadastro Único dos programas sociais federais, em função da demora da liberação da lista pelo governo.

Zerbone acredita que a experiência em Rio Verde será de muita ajuda para a digitalização em Brasília. Um dos pontos que serve de aprendizado é a necessidade de distribuir os kits para os beneficiários do CadÚnico, além dos do Bolsa Família, também na capital federal. Segundo ele, as pesquisas mostraram que, sem essa providência, o percentual de famílias das classes D, E e até da C 2 não alcança o patamar desejado. “Mas, para isso, é preciso alterar o decreto da digitalização”, disse Zerbone.

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