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Abratel participa do SET Sudeste 2015

Abratel participa do SET Sudeste 2015

O Seminário de Tecnologia de Broadcast e Novas Mídias Gerenciamento, Produção, Transmissão e Distribuição de Conteúdo Eletrônico Multimídia (SET) Sudeste, fecha uma série de cinco SET regionais realizados pela entidade em 2015. O ano começou em Curitiba, continuou em Fortaleza, passou por Brasília e Manaus e fecha na capital fluminense com um seminário de 3 dias, de 24 a 26 de novembro.

O engenheiro da Abratel, André Felipe Trindade. apresentou na quarta-feira, 25, sobre o desligamento da TV analógica no Brasil e na América Latina.

O representante da Abratel interpelou o auditório perguntando se finalmente haverá apagão total no dia 31 de dezembro de 2018, porque, segundo Trindade, é preciso definir esta questão para seguir adiante com o processo de desligamento. Isso porque, para ele, é preciso definir e interpretar a Portaria 481, de 9 de julho de 2014, que afirma que “se o percentual de 93% não for atingido, não é feito o desligamento naquela data e se espera até o atingimento dos 93% para que o desligamento ocorra. Então, é condição (…) para que toda a população brasileira tenha acesso à TV Digital”.

Ele disse que o GIRED conta com o assessoramento de três grupos técnicos de apoio, coordenados pela Anatel e com participação do MC, dos radiodifusores e das proponentes vencedoras: GT de Recepção (GT-Rx), GT de Remanejamento (GT-Rm) e GT de Comunicação (GT-Com).

Assim, Trindade abordou alguns temas relativos a Rio Verde (GO) onde será realizada a prova piloto de desligamento analógico, como está sendo realizado o processo na cidade e como seus habitantes que fazem parte do programa Bolsa Família estão recebendo os kits de TV digital para ter acesso ao sinal digital.

O executivo acabou a sua participação mostrando os números da PNAD 2013 sobre o número total de aparelhos de televisão existente no país, que mostraram que nesse ano existiam “103,3 milhões de aparelhos, sendo 38,4% (39,7 milhões) de tela fina e 61,6% (63,7 milhões) de tubo”, o que mostra que muitos não terão acesso ao conversor para receber o sinal de TV Digital.

Finalmente, André afirmou que é preciso dar tempo ao processo de TV digital para que “se possa chegar a um consenso sobre as datas do apagão e como este deverá ser realizado” no país avançando algumas datas que excedam o ano de 2018, data prevista pelo governo, avançando que “o apagão se estenda até 2022”, o “que daria mais tempo para que se renove o parte de TVs e a transição seja mais natural”.

Ele disse ainda que é preciso que a TV aberta não fique prejudicada pelo processo, e não fique refém das normas e da TV por assinatura, como tem sucedido em outros países que passaram pelo processo de apagão analógico.

Assessoria de Comunicação da Abratel
Com SET

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