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Digitaliza Brasil: novo critério para uso de capacidade ociosa privilegia conteúdos regionais

Digitaliza Brasil: novo critério para uso de capacidade ociosa privilegia conteúdos regionais

Logo do programa Digitaliza Brasil em cores iguais às da bandeira nacional

Mudanças no programa Digitaliza Brasil favorecem emissoras mais próximas de municípios com canais digitais disponíveis

O Ministério das Comunicações (MCom) redefiniu os critérios para a escolha de entidades com interesse em serviços de retransmissão de televisão digital utilizando a capacidade ociosa da infraestrutura instalada por meio do programa Digitaliza Brasil.
Agora passa a ser considerada, para fins de seleção, a localidade da emissora, sendo privilegiada a que estiver instalada mais próximo ao município com canais disponíveis. A mudança é prevista na Portaria 6.239, publicada na ultima terça-feira (23), e entra em vigor em 1º de setembro.
Essa alteração será aplicada a editais de chamamento público a serem abertos quando houver capacidade disponível. Isso ocorrerá após a digitalização de todas as entidades qualificadas no município. A infraestrutura tem capacidade para até oito canais.

SET EXPO 2022

O programa Digitaliza Brasil e as atualizações regulatórias relacionadas à radiodifusão foram abordados na terça (23), no Congresso de Tecnologia e Negócios de Mídia e Entretenimento. Durante o painel, o diretor de Inovação, Regulamentação e Fiscalização do MCom, Otávio Caixeta, apresentou as principais ações que contribuem para o fortalecimento do setor e os projetos tecnológicos que irão transformar a televisão brasileira. Entre os destaques, decretos que simplificaram processos para radiodifusores – como o que ampliou prazos para licenciamento de estações; o que permitiu parcelamento de outorgas; e o que ampliou o escopo de multiprogramação.
Também foram destacadas as portarias que contribuíram para fortalecer o setor e instituíram o serviço de Retransmissão de Rádio na Amazônia Legal; mudanças na Voz do Brasil; novos procedimentos para licenciamento; lote residual de Migração AM-FM; aumento de potência das emissoras; serviço de Radiovias e critérios para instalação de infraestrutura em município fora da outorga. Além disso, Caixeta destacou o Plano de Transformação Digital, que tem contribuído para facilitar o acesso de radiodifusores a serviços e otimizar os processos do MCom.
*Com informações do MCom
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