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Minicom reconhece a necessidade de adiamento do switch off

Minicom reconhece a necessidade de adiamento do switch off

Após a cobrança da Abratel a respeito da antecipação do switch off, Ministério das Comunicações (Minicom) já admite o adiamento do cronograma de desligamento da TV analógica para 2020. A solicitação foi feita via ofício no dia 16 de agosto.

A então secretária de Serviços de Comunicação Eletrônica do Minicom, Patrícia Ávila, já havia adiantado que o prazo final para o “apagão” poderia ser prorrogado, se necessário. A declaração foi dada no dia 20 de agosto durante o Congresso da SET (Sociedade Brasileira de Engenharia). Ainda, segundo a secretária, “o ideal era que não desligasse nada em 2015”, opinou ela. Na oportunidade, Patrícia Ávila informou que 724 cidades se enquadrariam no processo de desligamento logo no primeiro ano.

Agora, na última terça-feira (3), durante a Conferência Latino-Americana de Espectro 2013, realizada em São Paulo, o coordenador geral de Engenharia de Outorgas do Minicom, João Paulo Saraiva, disse que o grande desafio é trabalhar a transição de 12 mil canais oficiais (além de mais de 8 mil não oficiais) existentes no Brasil, o que demandará mais tempo além do estabelecido no decreto 8061/13 do Minicom. “O decreto atual prevê isso, mas estimamos que possa alongar um pouco mais sem prejuízos”.

Com a nova realidade e, ainda, um estudo teórico do Minicom, o número de municípios a serem desligados no início do switch off cai de 724 para 630. Andrade explicou que para 2015 existe a possibilidade do desligamento de aproximadamente 3.500, que não possuem escassez de espectro. A desocupação se daria somente com a realocação de canais.

Independente disso, a Abratel tem uma preocupação específica com a realização de novos testes de convivência e com a garantia real de que nem radiodifusores nem a sociedade serão prejudicados no switch off. “Não conseguimos vislumbrar a certeza do início do desligamento da televisão analógica em 2015 sem a confirmação, por meio de estudos conclusivos e irrefutáveis, de que não haverá interferência dos serviços LTE na recepção de televisão digital bem como a manutenção da área de cobertura dos sinal de radiodifusão de sons e imagens, que presta um serviço aberto, gratuito e referência internacional de tecnologia”, trecho do posicionamento oficial da associação, assinado pelo presidente Luiz Cláudio Costa.

Por João Camilo
Ascom Abratel

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